
sexta-feira, 27 de outubro de 2017
Uma Exibicionista na Praia
Então tive uma ideia maluca e como o tesão era grande, não pensei duas vezes. Minha amiga costumava dormir até as 10h00 da manhã. Então, no dia seguinte, acordei as 6h30 e, com desculpa de que iria fazer um cooper, me preparei para sair da casa. Peguei um biquíni que eu tinha trazido especialmente para me exibir e fui para o banheiro. Ele é branco, de lycra e modelo cortininha em cima e em baixo. (Para quem não conhece, é aquele modelo que você ajusta a largura tanto da calcinha quanto do sutiã, ou seja, o quanto você quer ou não cobrir) e com a ajuda de uma tesoura, eu tirei o foro da calcinha e do sutiã do biquíni porque eu sabia que molhado o biquíni branco sem foro ficaria transparente e essa era minha fantasia. Vesti o biquíni e coloquei uma canga amarrada na cintura. Saí em direção á uma trilha no meio do mato que levava à uma praia pequena e aconchegante que eu tinha visto no dia anterior. Depois de uns 20 minutos de caminhada, comecei a entrar na tal trilha e ali, vendo que não tinha ninguém por perto, eu tirei a canga mas mantive o biquíni largo tampando tudo, pois não saberia quem encontrar pela frente. Depois de uns 5 minutos caminhando, vi um garoto vindo pela trilha em minha direção, mas estava bem longe ainda. Ele aparentava ter uns 18 anos tipo surfista. Resolvi brincar com ele mesmo. Diminui o biquíni em cima e em baixo de modo a tampar somente meus mamilos e os pelinhos da minha bucetinha. Meus seios pareciam saltar pra fora do sutiã de tão apertado que estava. Enfiei o biquíni na bundinha e, tirando da bolsa uma garafinha de aguá que havia trazido, comecei a molhar o biquíni com água.
Quando o rapaz estava chegando perto eu fingi ter torcido o pé e soltei um gritinho, apoiando em seu seu ombro, encostei numa pedra. Ele perguntou se tinha machucado. Eu disse a ele que meu calcanhar estava doendo e fingi mancar. Comecei a puxar papo e percebi que ele era tímido mas estava disposto a me ajudar, o que me deu mais tesão ainda. Notei que ele olhava discretamente para meu corpo, principalmente meus seios. Fiquei encostada na pedra e pedi para que massageá-se meu pé. Levantei um pouco a perna e fiz com que ele ficasse ajoelhado na minha frente com minha perna sobre sua coxa. Comecei a elogiá-lo dizendo que era muito prestativo e bonito e que a massagem estava melhorando a dor. Ele começou a ficar mais a vontade e olhava mais fixamente para o meio das minhas pernas. Aí eu abri um pouco as pernas e, tirando a garrafinha de água novamente da bolsa, derramei sobre meu calcanhar dizendo que água era bom para dor e para facilitar a massagem. Depois, dizendo que estava com calor, derramei água bem devagarinho sobre meus seios que escorria pela barriga até minha bucetinha. O biquíni ficava ainda mais transparente. Percebi o cacete dele pulsando dentro da sunguinha. O biquinho dos meus seios estavam tão duro que até doía. Era muito gostoso ver tanto tesão nos olhos do garoto. Eu olhava para ver se não vinha ninguém mas estava tudo tranquilo e nós estávamos num lugar fora da vista de quem vem pela trilha. Com os dedos, enfiei a tanguinha na bucetinha deixando escapar alguns pelinhos pra fora. Eu fazia isso com muita naturalidade e sempre batendo papo como se fosse uma tia dele. O garoto já não fazia questão de esconder a ereção e percebi que o volume na sunga era considerável.. Então eu puxei meus lábios vaginais pra fora fazendo a tanguinha ficar entre eles e puxava a tanguinha pra cima fazendo ela roçar no meu clitóris. Ele continuou agachado com os olhos vidrados na minha buceta que estava engolindo o biquíni.
Eu coloquei minha perna entre as dele enquanto ele massageava minha perna. Comecei a tocar o cacete dele com a ponta do meu pé. Ele agarrou minha perna e começou a se esfregar nela como se estivesse encochando. Agradecendo a massagem eu o levantei e abracei pressionando o rosto dele nos meus seios. Enfiei minha mão por dentro da sunguinha e dizendo que agora era minha vez de retribuir, tirei o cacete dele pra fora e fiquei agachada na frente dele. O que vi foi algo magnífico. Ele tinha um cacete que era muito grande e que tinha uma pele e formato perfeito. Os pelinhos se concentravam naquela região tendo todo o restante do corpo sem pelo. Comecei a chupar aquele cacetinho de ponta a ponta. Eu engolia tudo até sentir o saquinho dele bater no meu queixo. Ele se contorcia e puxava minha cabeça querendo que eu o engolisse ainda mais. Quando ele estava quase gozando eu disse que gostaria que ele gozasse mas que continuássemos a brincar. Ele, em pleno êxtase, jurou que não iria embora logo. Enquanto eu chupava o cacete e massageava o saquinho com a mão, ele se masturbava e segurava minha cabeça com a outra. Ele gozou assim. Fiz questão de olhar pra ele enquanto eu recebia toda aquela porra na boca e espalhava tudo ao redor dos lábios com o cacete dele como se fosse um batom. Eu adoro sentir o gosto de porra na boca, e a dele tinha um gosto muito bom. Eu me levantei e afastando o sutiã do biquíni, ofereci meus seios para ser chupado. Ele chupava forte como se quisesse tirar leite de lá. Eu me inclinei para trás me apoiando na pedra e senti o cacete duro dele roçando minha coxa. Afastei-o um pouco e fiz ele olhar pra bucetinha enquanto eu colocava o biquíni de lado e abria a minha caixinha de prazer com os dedos massageando meu clitóris. Ele puxou o cacete dele pela lateral da sunga e meteu em mim como um homem garanhão. Dava estocadas fortes enfiando tudo, depois tirava bem devagar até a cabecinha sair, aí enfiava de novo. Eu estava molhadinha e cheia de tesão. Enquanto metia, ele apertava meus seios e beliscava meus mamilos com uma mão enquanto a outra puxava os pelinhos pubianos. Tudo isso e mais o fato de eu estar de costa numa pedra (mesmo com toalha por baixo) me dava uma dor gostosa. Comecei a falar muita sacanagem e ele entendeu o recado. Fiquei de quatro enquanto ele metia na minha bucetinha. Depois fiquei de frente, de lado e sobre ele. Ele estava quase gozando e eu disse que se ele gozasse na minha boca de novo eu deixaria ele comer minha bundinha. Não deu outra. Tomei todo o leitinho dele e limpei o cacete não deixando nada. Depois, como promessa é dívida, lubrifiquei aquele cacete com óleo bronzeador e fiquei de quatro. Ele veio por trás e começou a comer minha bundinha. Pedi para ele puxar meu cabelo e assim ele fez. Parecia estar cavalgando segurando na crista de uma égua no cio. Foi quando senti algo entrando na minha bucetinha. Ele estava tentando enfiar a garrafinha de água enquanto comia minha bundinha e como tinha óleo escorrendo do meu buraquinho, ele aproveitou e forçou a garrafinha que entrou na bucetinha arregaçando tudo. Ele arranhava e beliscava minha bundinha, dava puxões no meu cabelo fazendo minha cabeça ir pra trás. Eu quase tive um ataque cardíaco de tanto que gozei. Senti minha buceta, bundinha e seios doloridos e esfolados mas estava extasiada de tanto prazer.
Depois, nos levantamos, arrumei o biquíni e vesti a canga desta vez tampando desde os seios até as coxas, pois estava arranhada e com marcas de chupões. Dei um beijo na boca dele e sai de lá sem olhar pra trás. Só na saída da trilha eu olhei e vi que não estava sendo seguida e voltei para a casa onde minha amiga dormia. Tomei banho mas não escovei os dentes só pra ficar com o gosto daquele cacete.
"Eu, Meu Marido e Minha Melhor Amiga"
Essa é uma estória real, e até hoje toco siriricas e mais siriricas por conta dela. Era sábado de carnaval, meu marido (33 anos), eu (30 anos) e minha filha (5 anos) estávamos indo para Angra. Minha amiga (Ana Paula) havia me pedido para ir também, pois estava muito sozinha. Nos arrumamos e fomos pegá-la. Viajamos e ao chegarmos em Angra, ainda cedo, todos se vestiram para ir a praia, mas alguém deveria ficar para fazer a comida...., (haviam outros amigos e parentes na casa), enfim, ficamos eu, minha amiga e meu marido. Minha filha foi a praia também com a tia.
Depois de todos saírem, fomos para a varanda fazer a comida, eu e ela de biquíni e ele só de sunga. No rádio axé-music, até então nada demais se não fosse minha amiga começar a beber e dançar. Aliás, todos nós estávamos bebendo uma skolzinha gelada. Ana Paula dançava na nossa frente e ria muito, conversávamos muito. Ela de vez em quando cortava umas batatinhas comigo e voltava para o copo, dançava mais um pouquinho, tomava um banho na ducha e descascava mais umas batatas. De repente ela parou de costas para o Wallace, meu marido, e perguntou a ele se a bunda dela era bonita (realmente era gostosa demais). Fingi que nada acontecia, ele estava excitado mas com vergonha. Ela continuou a brincadeirinha de joguinho sensual. Perguntou prá mim também, dizendo que a minha também era bonita. Às vezes ela perguntava: Eu dou tesão em alguém ? Ela realmente estava muito carente.
Num determinado momento, Wallace chegou perto de mim e falou pertinho do meu ouvido: VOU COMER SUA AMIGA !!! Eu nem pensei duas vezes: TENTA! CHAMA ELA PRA DANÇAR AQUI PERTINHO !!!Ele não se fez de rogado: ANA PAULA!!! VEM PRA CÁ!!! DANÇA AQUI COM AGENTE!!! Ela veio correndo, ficamos dançando de frente pra mesa, descascando batatas, Wallace ficou atrás da gente dançando e esfregando seu pau nas duas bundas. De repente ele saiu de trás, e se meteu entre nós e a mesa, começou a beijar a nós duas. Se abaixou e começou a chupar nossas xoxotas, chegando os biquínis para o lado. Enquanto chupava a minha, enfiava o dedinho na xota da ANA PAULA, depois fazia ao contrário. Se levantou, já cansado de chupar as xotas e colocou as mãos em cima das nossas cabeças e empurrou-as para baixo. Ficamos de joelho com as bocas no cacete duro dele. Lambemos muito, chupamos tudo, engolimos, às vezes eu chupava a cabecinha dele e ela lambia o saco. Ele segurava a nossa cabeça com força... às vezes nós parávamos e nos beijávamos... era muito bom. Ele falava: SUAS PUTAS, CHUPAM COM FORÇA !!! Nossas línguas se esfregavam em alguns momentos e isso me deixava enlouquecida.
Resolvemos entrar para o quarto, ficaríamos mais a vontade sem perigo de ninguém nos ver. Deitamos de barriga para cima e botamos uma mão na xota da outra,. A xota dela estava encharcada, meu dedinho bolinava aquele grelo como se eu quisesse ele prá mim. Ela me olhou bem pertinho e pediu:PEDE PRA ELE ME COMER !!!! Ele ficou de joelho na frente de nós duas eu levantei, dei um tapa bem forte naquela xota e disse: COME ESSA XOTA SEU FILHO DA PUTA! COME QUE EU QUERO VER !!! Comecei a abrir aquela grutinha com os dedos, ela rebolava e pedia 'PIRU', caí de boca com toda a vontade ! Ela gritou e meu marido empurrou minha cara com toda a força contra a xota dela e falava: CHUPA ! CHUPA UMA BUCETA SUA SAPATÃO ! CHUPA ESSA BUCETA QUE EU VOU FUDER!! SUA SAPATA! GALINHA! CHUPA QUE EU VOU TE CORNEAR COM TUA AMIGA GOSTOSA!!! A ANA PAULA não parava de rebolar e pedir PERU.... Ela pedia pra ele não parar de me xingar, porque eu não passava mesmo de uma lésbica enrustida. Ele me puxou pelo cabelo e falou: SAI AGORA ! FICA DE FORA VENDO EU FUDER ESSA OUTRA SAPATA, ELA VAI VER COMO É BOM UMA PICA !!! FICA TOCANDO UMA SIRIRICA!!! Ele virou ela de 4, cuspiu no cuzinho dela, ele enfiava dedinho por dedinho e olhava pra mim.... Ela pedia mais e eu falava: ENFIA MAIS UM POUQUINHO! Ele me pediu pra enfiar um também. Enfiei meu dedo médio junto com o dele... Ela urrava....Não aguentando mais, peguei no pau dele e levei até aquele cuzinho e falei: BOTA DE UMA VEZ SÓ !!! Ele me obedeceu... ela começou a gritar... eu corri para a frente dela e tapei a boca dela com a minha buceta... ela foi parando....Quando ela era só tesão, entrei por debaixo dela chupei peitinho por peitinho, depois o grelo. Enfiei dois dedinhos na buceta, dava pra sentir o caralho do Wallace no cú dela... Toquei minha siririca e gozamos os três juntos...
Nunca mais fizemos juntos...
Mas tenho tesão para fazer de novo....















